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USP entre as 150 melhores do mundo e 1ª da América Latina

  • Universidade Estadual Paulista (Unesp) aparece na faixa entre as posições 301 e 400;
  • a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) entre 401 e 500;
  • a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) estão na faixa entre as posições 501 e 600;
  • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), entre as posições 701 e 800;
  • Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade de Brasília (UnB), entre 801 e 900;
  • Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre 901 e 1.000.

Criado em 2003 pela consultoria independente Shanghai Ranking Consultancy, o ranking de Xangai avalia critérios ligados principalmente à pesquisa, como o número de prêmios Nobel e medalhas Fields obtidos por ex-alunos e professores, a quantidade de pesquisadores altamente citados e o volume de publicações em revistas científicas de referência, como Nature e Science.
Por privilegiar indicadores de pesquisa e não a qualidade do ensino, o ranking é alvo recorrente de críticas no meio acadêmico. As universidades chinesas são as mais representadas no ranking, com 234 instituições no total, contra 187 dos Estados Unidos. No entanto, os americanos mantêm sua vantagem no top 100, com 37 instituições contra 16 da China.
A França também consolidou sua presença no ranking. Com 27 instituições entre as mil melhores universidades do mundo, o país ganhou uma posição em relação ao ano passado e passou a ocupar o 10º lugar entre as nações mais representadas na classificação. Segundo o Ministério francês do Ensino Superior, o resultado confirma o fortalecimento da pesquisa científica e da visibilidade internacional das universidades francesas. A melhor instituição francesa continua sendo a Universidade Paris-Saclay, que conservou a 13ª colocação mundial. O resultado faz dela a primeira universidade do ranking que não é americana nem britânica. As universidades Paris Sciences et Lettres (PSL) e Paris Cité avançaram e agora ocupam a 33ª e a 57ª posições, respectivamente. Já a Sorbonne recuou para o 55º lugar. Fonte: https://g1.globo.com

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