Cartilha valoriza a atuação das entidades do Sistema Confea/Crea/Mútua

O trabalho das entidades de classe que formam a base do Sistema Confea/Crea e Mútua ganhou um novo suporte para a sua consolidação. Fruto da iniciativa do Colégio de Entidades Regionais (CDER-BR), a Cartilha Prática de Gestão de Entidades do Sistema Confea/Crea e Mútua, lançada em formato digital, oferecerá importantes instrumentos para a criação e o fortalecimento das entidades, contribuindo para garantir a sua sustentabilidade e representatividade no Sistema.

Em posicionamento que consta da publicação, o presidente em exercício do Confea, eng. eletric. Evânio Nicoleit argumenta que esse “verdadeiro Guia Prático” proporciona “orientações e diretrizes pra a gestão eficiente das entidades profissionais de Engenharia, Agronomia e Geociências”. Ressaltando que as informações tratam da gestão e do próprio funcionamento das entidades de classe, em torno de aspectos diversos como questões administrativas, financeiras, de comunicação, contabilidade, organização de eventos e captação de recursos, o presidente aponta ainda que a Cartilha contribuirá para promover a excelência técnica, “de forma que os nossos serviços possam ser prestados com ética, transparência e proteção à sociedade”.

As entidades são responsáveis por defender os interesses dos profissionais e contribuir para o desenvolvimento das áreas, garantindo a ética e a qualidade dos serviços prestados. “No entanto, a gestão de entidades de classe requer conhecimentos específicos e habilidades práticas para enfrentar os desafios do dia a dia. É necessário lidar com questões diversas, de forma eficiente e estratégica. Cada capítulo oferece orientações claras e exemplos práticos para ajudar os leitores a implementar as melhores práticas em suas entidades, visando ao fortalecimento e ao sucesso das mesmas”, diz o coordenador do CDER-BR, eng. civ. Léo Azeredo.

Para o Gerente de Relacionamentos Institucionais do Confea, eng. amb. Renato Muzzolon Júnior, a iniciativa demonstra a preocupação com a participação das entidades de classe regionais na estrutura do Sistema. “A recente iniciativa do Confea de reconhecer e valorizar a atuação das entidades de classe regionais reafirma a importância das entidades como a base do Sistema Confea/Crea. Esse respeito às atividades está materializado nessa Cartilha, feita com o devido esmero técnico e formal, apresentando um cenário completo da atuação das entidades de classe. Ela complementa o Manual de Orientação para a Criação de Novas Associações, lançado em 2019”, diz o gestor, que também tem atuação junto às entidades, sendo um dos fundadores da Federação Nacional das Associações de Engenharia Ambiental (Fneas).

Importância do CDER
Segundo Léo Azeredo, “o CDER representa uma ferramenta para promover a transparência, a organização e o fortalecimento das entidades, contribuindo para a representatividade dos profissionais e o alcance dos seus objetivos”, diz, convidando as entidades a se fazerem representar nos CDERs estaduais. Essa adesão, acrescenta a liderança do CDER-RS, viabiliza o acesso a informações estratégicas, bem como o compartilhamento de boas práticas e experiências entre as entidades, além disso, possibilita que o Sistema Confea/Crea e Mútua tenha uma visão abrangente das necessidades e demandas das entidades.

Consolidado em estados como o Paraná, os Colégios de Entidades Regionais ainda não estão presentes em todos os estados. Discutida nacionalmente desde 2012, por meio do Colégio de Entidades Nacionais (CDEN), as entidades regionais se afirmaram nos últimos anos por meio de reuniões mais frequentes e participações em eventos como o Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua. Recentemente, o colegiado promoveu seu primeiro Encontro Nacional de Entidades de Classe do Sistema Confea/Cea e Mútua (ENEC), em São Paulo.

O CDER-BR é composto ainda pelo coordenador adjunto eng. amb. Filipe Machado (CDER-ES); pelo  eng. agric. Leandro Galindo (CDER-SP); eng. eletric. Ricardo Accioly (CDER-PA); eng. civ. Tércio Queiroz Filho (CDER-RJ); eng. civ. seg. trab. Alex Gustavo Marques Gobbato (CDER-RS); eng. pesca eng. alim. Diogo Lustosa (CDER-CE); eng. minas Ageu Borges (CDER-BA); eng. ftal José Roberto da Silva (CDER-PE); eng. agr. Luís Cesar Freire Versiani (CDER-MG); eng. eletric. Valter Leandro (CDER-AL); eng. civ. Leo Azeredo (CDER-RS); eng. civ. João Luciano Dantas (CDER-RN); eng. agric. Rejane Inácio Cameschi (CDER-MS); eng. agrim. seg. trab. Cleomenilson Silva Damasceno (CDER-PI); eng. civ. José Carlos Tavares Gentil (CDER-SE) e eng. civ. Carlos Wild (CDER-PR).

Fonte: Confea

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