Pnatrans é apresentado na ONU e mostra o compromisso do Brasil com a segurança viária

Criado pelo Governo Federal para aumentar a conscientização da responsabilidade coletiva, o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) foi apresentado em evento da Organizações das Nações Unidas (ONU) em Nova Iorque, como uma importante ação para aumentar a segurança viária. A experiência foi levada pelo secretário nacional de Trânsito do Ministério da Infraestrutura, Frederico Carneiro, durante a Reunião de Alto Nível sobre Aprimoramento da Segurança Viária Global.

Representantes de diversos países discutiram estratégias e ações a serem tomadas em prol da segurança viária no mundo. Na busca por reduzir o número de mortos e de pessoas com lesões em decorrência de acidentes de trânsito, a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) atua com políticas públicas voltadas à promoção do tema no Brasil. Em sua participação, o secretário ressaltou os esforços globais na promoção da segurança viária e da mobilidade sustentável, além de reconhecer a importância desse tema na agenda global desta década.

Compromissos

Desenvolvido pelo MInfra, o Pnatrans foi desenvolvido com forte participação social e está estruturado em seis pilares: gestão de segurança no trânsito; vias seguras; segurança veicular; educação para o trânsito; atendimento às vítimas e Aplicação da Lei. Além disso, o plano está alinhado ao plano global e aos objetivos de desenvolvimento sustentável. “O Brasil reafirma o compromisso de reduzir pela metade o número de mortes e feridos graves em nossas estradas até 2030, implementando medidas efetivas, que são abordadas em nosso Pnatrans”, disse Carneiro.

Para o secretário nacional, existem “enormes desafios pela frente”, considerando o tamanho continental do Brasil, com nuances regionais e locais. No entanto, Carneiro acredita que, com o engajamento nacional e internacional, cerca de 86 mil vidas serão salvas até o final da década. “Para atingir esse objetivo, precisamos de comprometimento, dedicação e parceria”, completou.

Fonte: Ministério da Infraestrutura

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